Na quarta-feira, dia 15 de abril de 2026, todos os alunos do 6º ano, do Agrupamento de Carregal do Sal, visitaram alguns pontos turísticos de Oliveira do Hospital, como o Museu do Azeite, o Museu Dr. José Simões Saraiva e o Centro Interpretativo da Bobadela.
A iniciativa proporcionou aos estudantes uma experiência educativa diversificada, permitindo o contacto direto com o património histórico, cultural e científico da região. Ao longo da visita, os alunos tiveram a oportunidade de aprofundar conhecimentos sobre a produção tradicional do azeite, explorar exposições de caráter etnográfico e compreender a relevância histórica da Bobadela, antiga cidade romana. Viram vestígios romanos, como uma ponte, um arco, algumas cruzes e um coliseu.
No museu Dr. José Simões Saraiva observaram muitos objetos antigos do dia a dia, nomeadamente ferramentas agrícolas, indumentárias, louças, joias, motorizada, ferramentas de sapateiro, ferramentas de costura, objetos de decoração, bonecas de porcelana e esculturas em gesso (esboços dos originais) de importantes personalidades portuguesas.
No Museu do Azeite, em forma de um ramo de oliveira, tiveram oportunidade de ver o funcionamento de um lagar e as ferramentas utilizadas na fabricação do azeite. Para além disso, puderam conhecer a evolução da produção do azeite ao longo dos séculos, desde a época romana até aos dias de hoje, observando máquinas, técnicas e processos tradicionais como a moagem e a prensagem. Aprenderam, ainda, que as oliveiras mais antigas se encontram no Alentejo.
No Centro Interpretativo da Bobadela, através de conteúdos explicativos e da proximidade com as ruínas, como o anfiteatro e o arco romano, os alunos ficaram a conhecer melhor a organização urbana, a vida quotidiana e a importância histórica desta povoação na época romana.
Ao longo da visita, foram desenvolvidas aprendizagens essenciais em várias disciplinas, como História, Geografia e Ciências Naturais, bem como competências fundamentais do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, nomeadamente o pensamento crítico, a valorização do património, a curiosidade científica e a consciência cultural.
Esta atividade revelou-se uma experiência pedagógica muito enriquecedora, proporcionando aos alunos um contacto direto com a história, a cultura e as tradições da região, fora do contexto habitual da sala de aula.