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terça, 02 abril 2019 15:45

Ida ao Teatro

No dia 28 de março, no período da tarde, as crianças da Educação Pré-Escolar da Escola Básica Nuno Álvares e Jardim de Infância Angelina de Sousa Mendes deslocaram-se de autocarro ao Centro Cultural de Carregal do Sal para assistirem à peça de teatro Robertices, composta por dois momentos muito divertidos: “A Carochinha” e “O freguês caloteiro” encenados pela Companhia de teatro Miniatro.

Viveram-se momentos de boa disposição e de empatia entre os atores e o público.

Foi uma atividade enriquecedora para as crianças permitindo-lhes o contacto com outras formas de representação teatral e num espaço também ele diferente.

A 3 de abril de 2019 irão assinalar-se 65 anos de Memórias de Aristides de Sousa Mendes, reconhecido como “Justo entre as Nações”. 
 
No PAA 2018/19 do Agrupamento de Escolas de Carregal do Sal está planificada a edificação de um Memorial no interior da Escola Básica Aristides de Sousa Mendes, em Cabanas de Viriato, da qual é Patrono. Essa composição artística, em forma de Tributo, é composta pelo livro em BD “Aristides de Sousa Mendes – Herói do Holocausto”, do Mestre José Ruy, que reflete o reconhecimento do seu ato humanitário no contexto dos acontecimentos da II Guerra Mundial e do Holocausto, em defesa dos Direitos Humanos.
 
Este Memorial contará com as pranchas do artista José Ruy, disponibilizadas ao Agrupamento de Escolas de Carregal do Sal, através da equipa do Projeto UNESCO, Dores Fernandes e Josefa Reis. Estas pranchas foram organizadas num suporte próprio para exposição, em MDF sob uma base de acrílico, no corredor central, junto à papelaria da referida escola.
 
Para a execução desse tributo o Agrupamento contou com o apoio da Câmara Municipal de Carregal do Sal, no financiamento do referido memorial, que terá uma função educativa para  todos os que frequentam e visitam aquele espaço.
 
Um Dever de ´Memória!

No dia 19 de março, os alunos do 1.º ciclo do Agrupamento de Escolas de Carregal do Sal receberam o Calendário da Cidadania “Construir um mundo melhor”, da responsabilidade do Jornal do Centro, numa parceria com a Associação de Municípios do Planalto Beirão e das Águas do Planalto.

Apesar do calendário ser distribuído em todas as turmas do 1.º ciclo, foi entregue de forma simbólica na turma do 3.º D, na Escola Básica Aristides de Sousa Mendes e na turma do 1.º A, na Escola Básica Nuno Álvares.

Nas apresentações intervieram o Vice-presidente da Câmara Municipal, José Sousa Batista e os administradores das Águas do Planalto, José Ferreira dos Santos e Narciso Matias. Na Escola Básica Aristides de Sousa Mendes, a atividade contou com a participação da professora Cristina Batista e a Coordenadora de Escola Eunice Santos e na Escola Básica Nuno Álvares, com a professora Cristina Borges e a Coordenadora de Escola Goreti Fernandes.

Ao longo do decorrer da atividade, foram entrevistadas e filmadas as duas professoras e dois alunos em cada uma das turmas intervenientes, por parte do AquiTV, do Jornal do Centro.

 O Calendário ensina a construir um mundo melhor, contém mensagens de vida em sociedade e à partilha de valores, que alertam para a informação e conhecimento sobre os direitos e deveres do cidadão e da comunidade, em que não são esquecidos temas como a higiene, a alimentação, a liberdade e educação...

Este trabalho visa contribuir para o desenvolvimento de atitudes e comportamentos que tenham como referência os direitos humanos e o respeito pelos outros, baseados em modos de estar na sociedade.

quinta, 21 março 2019 17:11

VISITA DE ESTUDO A BELMONTE

   A nossa viagem a Belmonte, das turmas de 8º ano do agrupamento, no dia 8 de março, foi muito produtiva e enriquecedora. Esta visita realizou-se em interdisciplinaridade entre as disciplinas de História, Geografia, Ciências Naturais, Físico-Química, Matemática e Educação Visual, como os objetivos seguintes: consolidar aprendizagens adquiridas das diferentes áreas disciplinares; fomentar o espírito crítico e a curiosidade pelo saber; promover o respeito pelo Património histórico – cultural e incentivar o espírito de grupo e as relações interpessoais.

 Tudo decorreu como estava planeado. Saímos cedo das Escolas, para aproveitar ao máximo a visita. Divididos em grupo, acompanhados pelos professores e guias, visitámos o Castelo, a Igreja de Santiago e Panteão dos Cabrais, onde pudemos observar os diferentes tipos de arquitectura - civil e religiosa e os túmulos da família de Pedro Álvares Cabral.

     Fomos, ainda, ao Museu Judaico, que nos permitiu conhecer melhor a cultura e religião Judaicas, pois esta comunidade teve, desde a Idade Média, forte representação naquela zona, tendo conservado em segredo as suas tradições numa época de perseguição, pela Inquisição, deste grupo étnico, no nosso país. Seguiu-se a visita ao Museu do Azeite, onde aprendemos todas as etapas da produção do azeite e até o provámos!

Já de tarde, os outros grupos visitaram os espaços atrás referidos e a nossa turma recomeçou a visita no Ecomuseu do Zêzere, de onde destacamos a importância deste rio e das espécies que habitam em seu redor. Concluímos que se trata de um rio que precisa de ser protegido.

     Terminámos o nosso percurso no Museu dos Descobrimentos, espaço onde aprofundámos, de forma apelativa e interativa, factos da História de Portugal da época dos Descobrimentos, desde a descoberta e colonização do Brasil, às relações de intercâmbio cultural estabelecidas entre os dois países, para além de contactarmos com a música e a cultura brasileiras.

     Este foi um dia muito agradável de que seguramente nos iremos recordar!

 

Juliana Brás, nº 13, 8ºB

Mariana Chaves, nº 16, 8ºB

quinta, 21 março 2019 17:10

SEMANA DA LEITURA 2019

De 11 a 15 de março, o Agrupamento de Escolas de Carregal do Sal aceitou o desafio do Plano Nacional de Leitura e desenvolveu, em todos os estabelecimentos de ensino, atividades de promoção da leitura.

Com o intuito de celebrar o prazer de ler, foram levadas a efeito as seguintes atividades:

- Correspondência de afetos – envio de cartas elaboradas por turmas do 1.º Ciclo, da Escola Básica Nuno Álvares, para os agrupamentos de escolas de Tondela, Tábua e Santa Comba Dão;

- Miúdos a Votos – campanha eleitoral (desfile de alunos do 2.º Ciclo com cartazes alusivos aos seus livros preferidos);

- Ler em todas as escolas durante 10 minutos (as leituras foram realizadas na sala de aulas, na bibliotecas escolar, no refeitório e na sala de professores);

- Partilha de leituras pelos pais/familiares das crianças e alunos;

- Fase concelhia do Concurso de Leitura Interconcelhio, destinada aos alunos dos 3.º e 4.º anos e do 2.º Ciclo;

- Hora do Conto – leitura dramatizada da história “O Céu está a cair”, de Luísa Ducla Soares, pelos alunos do 4.º ano da Escola Básica Nuno Álvares que frequentam o Clube da Hora do Conto;

- Gravação de podcasts/videocasts a partir de obras infantis/outras. Alguns dos videocasts foram divulgados no Clube de Leitura da rede social Facebook;

- Criação do tapete da história “Onde acaba o arco-íris?”, de Ana Vicente, por alunos do 1.º Ciclo;

- Miúdos a Votos – eleição do livro mais fixe (2.º Ciclo). Na Escola Básica de Carregal do Sal, o livro mais votado foi O Diário de um Banana 12. Na Escola Básica Aristides de Sousa Mendes, os livros Ulisses e A Fada Oriana foram os mais votados e obtiveram igual número de votos;

- “A Ler” – exposição de fotografias das crianças da Educação Pré-escolar, em situação de leitura;

- “Ler a rimar” – construção de rimas pelas crianças da Educação Pré-escolar e exposição das mesmas.

Ao longo da semana, alunos, professores, assistentes operacionais e famílias fizeram jus à frase de Sophia de Mello Breyner Andresen “Ler é uma festa!”.

Quatro pessoas. 
Uma cultura. 
Um pavilhão.
Uma sala. 
Uma professora. 
Muitos alunos.
 
     Tu. 
     Sim, tu!
     Tu que estás a ler isto e a pensar: “enfim, nunca na vida vou fazer uma viagem tão longa, para que é que quero ler isto?”. Tem calma, não pares de ler. Quiçá não poderás fazer mesmo uma viagem de 13 386km sem andares mais do que uns meros metros?
 
    No passado dia 26 de fevereiro, mês amado por todos (é por ser pequenino, como as sardinhas) viajámos um bocadinho e fomos aterrar no Laos. Sim, no Laos! Quem diria, não é? E agora perguntam: “Onde fica o Laos?”, ou, no pior nos cenários: “O que é o Laos?”. Começar-se-á, então, por explicar que o Laos é um país (Sim, um país. Onde é que estão essas aulas de geografia?), país este que se situa no continente asiático. Percorremos oceanos e montanhas, atravessámos fronteiras e obstáculos e chegámos a esse tão desejado país. E vocês também poderiam ter chegado, sabiam? 
Mas passemos ao que realmente importa. Vocês querem saber como é que podem andar tantos quilómetros em tão pouco, não é? Então fiquem a saber, desde já, que bastava terem-se deslocado até à sala 11, do Pavilhão Azul! É melhor explicar, certo? 
 
    Viajemos, então, até ao continente asiático…
 
    Estamos numa sala de tribunal. Temos uma audiência de exatamente 14 pessoas, o que é imenso para a nossa pequena cultura, que é apenas constituída por 100 elementos. (Veja-se lá quase um quinto de impuros em território sagrado.) Dividimos as pessoas por casas. Existem quatro casas, cada uma delas representa uma estação do ano. A nossa é o outono. Veneramos tudo o que seja relacionado com folhas, com a renovação do espírito e com a natureza. Mostramos os objetos e os visitantes, interessados e esbugalhando os olhos, atentam nas nossas palavras sobre tudo aquilo que possuímos na nossa cultura. Temos luz, folhas, mandalas, panos sagrados, literatura, música, flores. Temos tudo o que é preciso para atingirmos uma libertação plena da alma. Comemos a comida tradicional representante da nossa gastronomia. Não pode ser revelada a sua essência. Ninguém fala, o silêncio predomina na sala. Não é permitido falar durante as refeições. Comemos. Agradecemos. Rezamos. Exemplificamos uma aula de filosofia natural. Na nossa cultura a educação é considerada um marco importante. Temos muitas disciplinas e um método de ensino de excelência. Cantamos, tocamos e ensinamos. Referimos o valor da moeda. Falamos dos nossos métodos de trabalho. Executamos o nosso ritual sagrado. Enumeramos as nossas regras. Nunca uma regra deve ser quebrada. Nunca. Não matar. Não amar pessoas do mesmo género. Não trair. Rezar. Amar a natureza. Ser fiel à alma. Purificar-se. 
    Mas, depois disto, lembrai-vos: estamos em plena sala de tribunal. Duas pessoas cometeram um crime. Duas mulheres. Uma relação. Duas mulheres numa só relação, exclusiva. 
    Morte. Pena de morte.
    Nunca a nossa cultura poderá ser traída. 
 
 
    E foi isto que aconteceu. Parece confuso, não é? Digamos apenas que são pedaços de nós em pedaços de uma cultura não muito real mas tão possível a nossos olhos. 
 
   Um obrigada à professora Aldina por nos fazer sonhar tão alto e ir tão longe, sem sequer termos de nos movimentar. O conhecimento está, de facto, na porta ao nosso lado. Basta querer entrar.
 
   Vangva: o trabalho que estará sempre na nossa memória.
 
 
Sofia Marques, Marta Pereira, Daniela Cardoso e Rui Cassiano
quinta, 21 março 2019 16:47

" Sauce "

No passado dia vinte e sete de fevereiro de dois mil e dezanove, teve lugar, no âmbito da disciplina de sociologia, um trabalho cujo objetivo era a criação de um país e respetiva cultura.

 A apresentação decorreu no auditório da escola Secundária de Carregal do Sal, onde estiveram presentes as turmas do 11ºB, 11ºC e 12ºB, com os respetivos professores.

Numa ilha, situada no meio do Oceano Pacífico, está localizado o Sauce, um país peculiar devido à sua divisão em duas partes, o lado do sol e o lado da chuva. Esta separação resultou do facto de dois irmãos (Yabba e Doo) se terem apaixonado pela mesma mulher, a Sauce (daí o nome da ilha), levando à morte dos três por desgosto. Após as suas mortes, Yabba e Doo foram elevados a Deuses.

Os zecas (habitantes do Sauce) identificados com números positivos pertencem ao lado solarengo e seguem o Deus Yabba, enquanto que os zecas que veneram o Deus Doo são identificados com números negativos e vivem no lado pluvioso da ilha.

No Sauce, como a música é algo essencial para o dia a dia dos habitantes, todos os zecas nascem com o dom de saber cantar.

               Foram apresentados diversos rituais: o parto com o auxílio do Dr. Bayard, a expulsão de dois zecas da ilha por violação das regras do país e o batizado de novos elementos. Estes rituais tiveram como fundo algumas músicas típicas do Sauce.

                Com este trabalho, os alunos puderam pôr em prática vários conceitos da disciplina relacionados com o tema “Socialização e cultura”.

  

  • Beatriz Santos, nº12, 12ºB
  • Inês Marques, nº15, 12ºB
  • Margarida Lopes, nº8, 12ºB
  • Maria Inês, nº17, 12ºB
  • Rúben Mendes, nº20, 12ºB