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segunda, 03 fevereiro 2014 15:49
    No âmbito do programa Parlamento dos Jovens dos Ensinos Básico e Secundário, cujos temas são respetivamente: Drogas: evitar e enfrentar as dependências e A Crise demográfica - emigração, natalidade e envelhecimento – decorreram (após oito dias de intensas campanhas eleitorais), nos dias 15 e 20 de Janeiro, as eleições e, no passado dia 22, a Sessão Escolar de ambos os níveis de ensino. 
    Nesta sessão, os deputados eleitos tomaram posse e, após a eleição do Presidente da Mesa, função para a qual foram escolhidos (do Básico, o Tomás Batista da Lista A e, do Secundário, o deputado, também da Lista A, Davide Elias), analisaram e discutiram as medidas propostas pelas várias listas. Em ambas as assembleias de deputados, as deliberações tomadas acabaram por refletir o resultado da fusão de algumas das propostas, dada a qualidade e pertinência das mesmas, e a votação de outras, após o que foram elaborados os Projetos de Recomendação da Escola à respetiva Sessão Distrital. 
Para representar o AECS, no Básico, foram eleitas como efetivas, da Lista A, a Ana Rita Andrade e a Francisca Barroso (9º A) e como suplente, da Lista B, a Gabriela Rodrigues (8º C).  
    Para representar o nosso agrupamento, no Secundário, foram eleitos, como deputados efetivos, o Hugo Mota e o Pedro Mamede, da turma C de 11º ano, da Lista B e como deputada suplente a jovem Carolina Dias, do 12º B, da Lista A. 
Lembramos que são objetivos do programa: Incentivar o interesse dos jovens pela participação cívica e política; sublinhar a importância da sua contribuição para a resolução de questões que afetam o seu presente e o futuro individual e coletivo e incentivar as capacidades de argumentação na defesa das ideias, com respeito pelos valores da tolerância e da democracia.
    No dia 27 decorreu a sessão de debate com o deputado João Figueiredo do PSD, destinada também aos dois níveis de ensino. Nesta, foi apresentado uma projecção sobre o funcionamento da Assembleia da República e abordados alguns aspectos dos temas desenvolvidos este ano por ambos os ciclos. O debate, muito participado pela plateia que permaneceu no auditório mais meia hora, para além do tempo previsto, mostrando que os nossos alunos não estão alheados dos problemas atuais do seu país.
 
Dores do Carmo Fernandes, Aldina Mendes e Helena Romão
 
terça, 21 janeiro 2014 09:15
No passado dia 20 de janeiro, decorreu na Escola Básica Nº2 uma ação de sensibilização destinada aos alunos do grupo-turma PIEF2, realizada pelas enfermeiras do Centro de Saúde local, entidade parceira do projeto PAQPIEF.
O objetivo foi desmistificar e explorar temas tais como: Sexualidade, Comportamentos de Risco, Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s), e ainda, Métodos Contracetivos. A presente ação ainda contemplou um espaço para esclarecimento de dúvidas por parte dos alunos.
 Esta sessão foi benéfica e elucidativa, para que os alunos possam fazer as suas escolhas de forma consciente, respeitando-se a si e aos outros.
terça, 21 janeiro 2014 09:31
A Organização das Nações Unidas (ONU) homenageia as vítimas do Holocausto desde 2005 celebrando, a 27 de janeiro, o Dia Internacional da Memória do Holocausto, por ser este o dia em que, em 1945, o Exército Vermelho libertou os prisioneiros do campo de concentração de Auschwitz, o mais terrível campo de 
extermínio nazi.
terça, 21 janeiro 2014 09:21
    Com o projeto "Dever de memória", a Escola Secundária de Carregal do Sal candidatou-se à rede de Escolas SEA , da UNESCO, "uma rede única com mais de 7.500 escolas repartidas por 175 países (50 em Portugal), todas elas empenhadas em promover os ideais da UNESCO, a educação internacional e a qualidade da mesma."
Acompanhe o projeto em:
segunda, 13 janeiro 2014 11:09
    Sendo um dos objetivos do Projeto Educativo do AECS, fomentar a interação com a comunidade educativa, aproveitamos um lindo dia de sol para levar o Jardim de infância à comunidade mantendo viva a tradição de “Cantar os reis”. Os nossos pequenos cantores cantaram e encantaram, fazendo-se acompanhar de lindas coroas de rei e alguns instrumentos de percussão (maracas, pandeiretas, triângulo musical e clavas).
    Ao longo do percurso visitamos alguns estabelecimentos comerciais, a Câmara Municipal e a sede do Agrupamento de escolas a que pertencemos. Por todos fomos muito bem recebidos e “mimados” com muita doçura.
   Tanto as crianças como os adultos que as acompanharam avaliaram esta atividade de forma muito positiva.
 
Bem hajam todos os que contribuíram para que o nosso dia fosse "Um dia Feliz".
 
Educadoras de Infância do AECS
 
segunda, 06 janeiro 2014 13:22
    Organizada pela Câmara Municipal, através da Rede Social, realizou-se no dia 13 de dezembro de 2013, no Centro Cultural de Carregal do Sal, uma Tarde Interativa que envolveu a participação das Instituições Particulares de Solidariedade Social do Concelho e contou com a participação do Agrupamento de Escolas de Carregal do Sal, do Pólo de Oliveira do Conde da Associação de Paralisia Cerebral de Viseu, das IPSS e da GNR.
A iniciativa ficou marcada pela animação e convívio proporcionados aos e pelos utentes das instituições.
Música, Teatro, Poesia e até Dança… de todos estes ingredientes se fez o convívio que juntou idosos e crianças, nas valências creche, jardim de infância, lar, centro de dia e apoio domiciliário.
    Com orientação dos efetivos da Secção de Programas Especiais do Destacamento Territorial da GNR de Santa Comba Dão e colaboração dos alunos do 4º ano de escolaridade do Agrupamento de Escolas, no âmbito da iniciativa “Gerações de Mãos Dadas” foram apresentadas duas peças de teatro precedidas de mensagens e distribuição de desdobráveis, pelos alunos intervenientes, sobre burlas e roubos. “A Feira” e “Burla no Jardim” foram representadas a título de sensibilização e alerta. Afinal, basta um pequeno descuido, um desleixo e…já está… sem darmos conta, lá somos nós vítimas de burla.
 
quinta, 12 dezembro 2013 15:25
Comemoração da Declaração Universal dos Direitos Humanos no A.E.C.S
 
No dia 10 de dezembro, na biblioteca da Escola Sede, o momento musical (violinos) dinamizado por alunas, do Ensino Integrado do Conservatório, do 9º A e a distribuição de marcadores de livros pelo 12º B, contendo os direitos humanos, abriram a exposição subordinada a esta temática. A referida exposição poderá ser visitada até ao final do período.
Na parte da tarde deste primeiro dia, foi apresentado, no mesmo espaço, uma dramatização de um texto de Luther King por um aluno do 9º B. Ao longo da semana dinamizar-se-ão outras iniciativas, tais como a projeção de documentário e filmes relativos à temática: “Aristides de Sousa Mendes – o cônsul injustiçado”, “ O Pianista”, “ A lista de Shindler” e “ O rapaz do pijama às riscas”.
Esta iniciativa insere-se no projeto, Dever de Memória – Jovens pelos Direitos Humanos, dinamizado pelo Departamento de Ciências Sociais e Humanas, com a colaboração do CEF de Fotografia, que foi apresentado, este ano letivo, para candidatura à rede de Escolas Associadas da UNESCO. Os referidos alunos de CEF realizaram calendários com imagens ilustrativas dos direitos do homem.
Na Escola Básica Nº 2 e na Escola Aristides de Sousa Mendes desenvolveram-se também atividades no âmbito desta comemoração. 
Assim, na Escola Básica Nº 2 está a decorrer uma exposição de trabalhos dos alunos relativa a Direitos Humanos com a sinalética associada ao trânsito.
Na Escola Aristides de Sousa Mendes o 9º E procedeu à leitura expressiva do conto “O Homem que ficou sem sono…” de José Jorge Letria, acompanhada de projeção ilustrativa do mesmo (em ppt) à turma de 4º Ano.
No intervalo, no átrio desta mesma escola, as alunas, também do 9º E, dinamizaram um momento de canções alusivas aos Direitos Humanos e ao Natal, com acompanhamento da Profª Júlia Abrantes e distribuição de marcadores de livros em Português e Inglês, elaborados pela mesma turma, bem como de material doado pela AI Portugal.
 
Dores Fernandes e Helena Romão
 
segunda, 02 dezembro 2013 00:00
 
No passado dia 29 de novembro os alunos da turma D do 9º ano e alguns da turma B dinamizaram a atividade “ Lembrar Feriados da História de Portugal”, em concreto o 5 de outubro (a implantação da república) e o 1 de Dezembro (restauração da independência), destinadas aos alunos do 3º e 4º ano do Centro Educativo Nuno Álvares, no âmbito da disciplina de História. A atividade foi desenvolvida nas salas dos alunos com a colaboração dos seus professores, que acolheram bem a iniciativa.
 Os alunos destinatários revelaram grande entusiasmo face à atividade, que constou da projeção de um vídeo ou de power point realizados pelos alunos, no que respeita ao 5 de outubro e de um sketch de teatro alusivo ao dia 1 de dezembro, participando com interesse quando foram questionados no fim da sessão.
Os alunos dinamizadores manifestaram-se realizados e satisfeitos por terem dinamizado esta sessão para os mais novos. Pode concluir-se que foram atingidos os objetivos propostos e esperamos ter contribuído para o desenvolvimento do sentido cívico dos mais jovens. Queremos deixar um agradecimento ao Centro Educativo por nos ter proporcionado um excelente acolhimento.
Ana Beatriz Nogueira Figueiredo
Joana Elias Almeida 
 
 
terça, 12 novembro 2013 00:00
 
A Professora Célia Cortez é professora por paixão e vocação e, nas funções de bibliotecária, alia duas coisas de que gosta muito – o ensino e os livros. Considera que eles nos ajudam a escrever melhor, a ter um conhecimento mais vasto sobre o mundo, a conhecermo-nos melhor e aos outros, a sermos pessoas mais sensíveis, mais tolerantes. Anima-se quando fala deles e das experiências com os seus alunos e emociona-se quando fala de si e do filho que a tem ajudado a crescer como pessoa, enfim, a ser feliz. 
Diz que os alunos gostam muito da biblioteca e que a utilizam, não só para requisitar livros, mas também para realizarem trabalhos no computador, entre outras atividades. 
Durante a conversa, mostrou muita dedicação e entrega ao que faz e “dá”!
 
Há quanto tempo é professora bibliotecária?
Professora Célia - Há 13 anos.
 
Gosta do que faz?
Professora Célia - Gosto muito, sobretudo quando dinamizo atividades com os alunos.
 
Gostava de ter outra profissão?
Professora Célia - Não. Desde pequena que eu queria ser professora. Penso que sou professora por paixão e vocação. Agora, também sou bibliotecária o que me permite aliar duas coisas de que gosto muito – o ensino e os livros. 
 
Costuma ler nos seus tempos livres? 
Professora Célia - Eu, praticamente, não tenho tempos livres, mas leio quase todos os dias antes de adormecer. Tenho sempre um livro na mesinha de cabeceira.
 
Já lê desde criança?
Professora Célia – Desde criança que leio. Quando era pequena, havia poucos livros em minha casa. Então, eu e as minhas irmãs íamos à biblioteca da Gulbenkian requisitar livros, pelo menos, uma vez por mês. Fazíamos oito quilómetros a pé (ida e volta). Eu deliciava-me com os livros de Enid Blyton, da coleção “Os cinco” e da Condessa de Ségur. Imaginava-me a viver as aventuras narradas nos mesmos. 
 
Qual o seu autor preferido? E o que gosta mais de divulgar aos seus alunos?
Professora Célia - Não tenho, propriamente, um autor preferido. Gosto muito de alguns escritores da América Latina, como Luís Sepúlveda, Isabel Allende, Laura Esquível e Gabriel Garcia Marquéz. Dos autores portugueses, os meus preferidos são Eça de Queirós, Júlio Dinis, José Saramago, Miguel Sousa Tavares e José Luís Peixoto, um escritor que conheci através da minha colega e amiga São Soares. É um jovem escritor que escreve sobre as coisas simples da vida, mas com muita beleza. Tem uma escrita muito intimista.
Em relação aos meus alunos, gosto de lhes divulgar uma grande variedade de autores portugueses e estrangeiros. Contudo, sinto um enorme prazer quando trabalho obras de Sophia de Mello Breyner, Luísa Ducla Soares, Alice Vieira e António Mota. Neste momento, estou a analisar com a minha turma uma obra de António Mota e os alunos estão a adorar. Inclusivamente, foram vários os que escolheram obras deste autor para leitura autónoma/contratual.
 
Quais os autores que já estiveram na escola?
Professora Célia - Desde que desempenho as funções de professora bibliotecária já estiveram na escola os seguintes autores: Ana Maria Magalhães, António Mota, Ana Meireles, José Fanha e José Saraiva. 
 
Sente que os alunos gostam da biblioteca?
Professora Célia - Eu penso que os alunos gostam muito da biblioteca. Durante o período de almoço e intervalos, o espaço é reduzido para acolher todos os alunos que pretendem utilizar a biblioteca.
 
Quando a frequentam fazem-no para ler e requisitar livros ou para fazer outras atividades?
Professora Célia - Os alunos utilizam muito a biblioteca para requisitarem livros, mas também para realizarem trabalhos no computador, para jogarem (jogos didáticos) e para verem filmes. Infelizmente, ainda são poucos os que a utilizam para realizarem leitura de presença.
 
Quais os livros mais requisitados nesta escola? E nas restantes?
Professora Célia - Atualmente, os livros mais requisitados nesta escola são os que são indicados no Plano Nacional de Leitura para o 2.º ciclo, isto porque são aqueles que os professores indicam para leitura autónoma/contratual. Nas restantes escolas os livros mais requisitados também são aqueles que os professores de Português indicam para leitura contratual. No Centro Educativo, os alunos do 1.º Ciclo e crianças da Educação Pré-escolar requisitam praticamente todos os livros da secção da literatura infantil.
 
 
Os livros são estimados?
Professora Célia - De uma maneira geral, os alunos estimam os livros. Existem muitos livros já bastante danificados, mas deve-se ao muito uso.
 
A biblioteca costuma estar às moscas?
Professora Célia - Durante o decorrer das aulas é pouco utilizada. Nos intervalos, período de almoço e sempre que um professor falta, é bastante frequentada. 
Sente que os alunos estão a ler mais?
Professora Célia - Sim, sobretudo os alunos dos 1.º e 2.º Ciclos. Infelizmente, os alunos mais velhos vão perdendo os hábitos de leitura.
 
O que gostaria de transmitir aos jovens desta escola e que aqui não lhe foi perguntado?
Professora Célia - A biblioteca está bem apetrechada. Têm ao vosso dispor uma grande variedade de livros, por isso devem requisitá-los e lê-los. Quem gosta das novas tecnologias, pode ler livros digitais. Já existem muitos disponíveis na internet, gratuitamente. No sítio do PNL têm vários adequados ao vosso nível etário. Eu, pessoalmente, prefiro ler em suporte papel. 
 António Mota, aquando da sua visita a esta escola, referiu que para bem escrever são necessárias três coisas: a primeira é ler, a segunda é ler e a terceira é ler. Portanto, é preciso ler sempre. Os livros ajudam-nos a escrever melhor, a ter um conhecimento mais vasto sobre o mundo que nos rodeia, a conhecermo-nos melhor a nós próprios e aos outros. Ajudam-nos a sermos pessoas mais sensíveis, mais tolerantes. 
Todos nós temos um lado bom e um lado mau. O melhor de mim devo-o, sem dúvida, aos meus pais, ao meu filho João, que é um menino especial e que me tem ajudado a crescer como pessoa, mas devo-o também aos meus professores e aos livros. Eu reflito muito sobre o que leio.
 
 
Entrevista realizada pelos alunos do5.º B, nas aulas de Português