Oferta formativa 2018/2019

  • Clique para saber mais...

  • Clique para saber mais...

Webmaster

Webmaster

quinta, 21 março 2019 17:11

   A nossa viagem a Belmonte, das turmas de 8º ano do agrupamento, no dia 8 de março, foi muito produtiva e enriquecedora. Esta visita realizou-se em interdisciplinaridade entre as disciplinas de História, Geografia, Ciências Naturais, Físico-Química, Matemática e Educação Visual, como os objetivos seguintes: consolidar aprendizagens adquiridas das diferentes áreas disciplinares; fomentar o espírito crítico e a curiosidade pelo saber; promover o respeito pelo Património histórico – cultural e incentivar o espírito de grupo e as relações interpessoais.

 Tudo decorreu como estava planeado. Saímos cedo das Escolas, para aproveitar ao máximo a visita. Divididos em grupo, acompanhados pelos professores e guias, visitámos o Castelo, a Igreja de Santiago e Panteão dos Cabrais, onde pudemos observar os diferentes tipos de arquitectura - civil e religiosa e os túmulos da família de Pedro Álvares Cabral.

     Fomos, ainda, ao Museu Judaico, que nos permitiu conhecer melhor a cultura e religião Judaicas, pois esta comunidade teve, desde a Idade Média, forte representação naquela zona, tendo conservado em segredo as suas tradições numa época de perseguição, pela Inquisição, deste grupo étnico, no nosso país. Seguiu-se a visita ao Museu do Azeite, onde aprendemos todas as etapas da produção do azeite e até o provámos!

Já de tarde, os outros grupos visitaram os espaços atrás referidos e a nossa turma recomeçou a visita no Ecomuseu do Zêzere, de onde destacamos a importância deste rio e das espécies que habitam em seu redor. Concluímos que se trata de um rio que precisa de ser protegido.

     Terminámos o nosso percurso no Museu dos Descobrimentos, espaço onde aprofundámos, de forma apelativa e interativa, factos da História de Portugal da época dos Descobrimentos, desde a descoberta e colonização do Brasil, às relações de intercâmbio cultural estabelecidas entre os dois países, para além de contactarmos com a música e a cultura brasileiras.

     Este foi um dia muito agradável de que seguramente nos iremos recordar!

 

Juliana Brás, nº 13, 8ºB

Mariana Chaves, nº 16, 8ºB

quinta, 21 março 2019 17:10

De 11 a 15 de março, o Agrupamento de Escolas de Carregal do Sal aceitou o desafio do Plano Nacional de Leitura e desenvolveu, em todos os estabelecimentos de ensino, atividades de promoção da leitura.

Com o intuito de celebrar o prazer de ler, foram levadas a efeito as seguintes atividades:

- Correspondência de afetos – envio de cartas elaboradas por turmas do 1.º Ciclo, da Escola Básica Nuno Álvares, para os agrupamentos de escolas de Tondela, Tábua e Santa Comba Dão;

- Miúdos a Votos – campanha eleitoral (desfile de alunos do 2.º Ciclo com cartazes alusivos aos seus livros preferidos);

- Ler em todas as escolas durante 10 minutos (as leituras foram realizadas na sala de aulas, na bibliotecas escolar, no refeitório e na sala de professores);

- Partilha de leituras pelos pais/familiares das crianças e alunos;

- Fase concelhia do Concurso de Leitura Interconcelhio, destinada aos alunos dos 3.º e 4.º anos e do 2.º Ciclo;

- Hora do Conto – leitura dramatizada da história “O Céu está a cair”, de Luísa Ducla Soares, pelos alunos do 4.º ano da Escola Básica Nuno Álvares que frequentam o Clube da Hora do Conto;

- Gravação de podcasts/videocasts a partir de obras infantis/outras. Alguns dos videocasts foram divulgados no Clube de Leitura da rede social Facebook;

- Criação do tapete da história “Onde acaba o arco-íris?”, de Ana Vicente, por alunos do 1.º Ciclo;

- Miúdos a Votos – eleição do livro mais fixe (2.º Ciclo). Na Escola Básica de Carregal do Sal, o livro mais votado foi O Diário de um Banana 12. Na Escola Básica Aristides de Sousa Mendes, os livros Ulisses e A Fada Oriana foram os mais votados e obtiveram igual número de votos;

- “A Ler” – exposição de fotografias das crianças da Educação Pré-escolar, em situação de leitura;

- “Ler a rimar” – construção de rimas pelas crianças da Educação Pré-escolar e exposição das mesmas.

Ao longo da semana, alunos, professores, assistentes operacionais e famílias fizeram jus à frase de Sophia de Mello Breyner Andresen “Ler é uma festa!”.

quinta, 21 março 2019 16:52
Quatro pessoas. 
Uma cultura. 
Um pavilhão.
Uma sala. 
Uma professora. 
Muitos alunos.
 
     Tu. 
     Sim, tu!
     Tu que estás a ler isto e a pensar: “enfim, nunca na vida vou fazer uma viagem tão longa, para que é que quero ler isto?”. Tem calma, não pares de ler. Quiçá não poderás fazer mesmo uma viagem de 13 386km sem andares mais do que uns meros metros?
 
    No passado dia 26 de fevereiro, mês amado por todos (é por ser pequenino, como as sardinhas) viajámos um bocadinho e fomos aterrar no Laos. Sim, no Laos! Quem diria, não é? E agora perguntam: “Onde fica o Laos?”, ou, no pior nos cenários: “O que é o Laos?”. Começar-se-á, então, por explicar que o Laos é um país (Sim, um país. Onde é que estão essas aulas de geografia?), país este que se situa no continente asiático. Percorremos oceanos e montanhas, atravessámos fronteiras e obstáculos e chegámos a esse tão desejado país. E vocês também poderiam ter chegado, sabiam? 
Mas passemos ao que realmente importa. Vocês querem saber como é que podem andar tantos quilómetros em tão pouco, não é? Então fiquem a saber, desde já, que bastava terem-se deslocado até à sala 11, do Pavilhão Azul! É melhor explicar, certo? 
 
    Viajemos, então, até ao continente asiático…
 
    Estamos numa sala de tribunal. Temos uma audiência de exatamente 14 pessoas, o que é imenso para a nossa pequena cultura, que é apenas constituída por 100 elementos. (Veja-se lá quase um quinto de impuros em território sagrado.) Dividimos as pessoas por casas. Existem quatro casas, cada uma delas representa uma estação do ano. A nossa é o outono. Veneramos tudo o que seja relacionado com folhas, com a renovação do espírito e com a natureza. Mostramos os objetos e os visitantes, interessados e esbugalhando os olhos, atentam nas nossas palavras sobre tudo aquilo que possuímos na nossa cultura. Temos luz, folhas, mandalas, panos sagrados, literatura, música, flores. Temos tudo o que é preciso para atingirmos uma libertação plena da alma. Comemos a comida tradicional representante da nossa gastronomia. Não pode ser revelada a sua essência. Ninguém fala, o silêncio predomina na sala. Não é permitido falar durante as refeições. Comemos. Agradecemos. Rezamos. Exemplificamos uma aula de filosofia natural. Na nossa cultura a educação é considerada um marco importante. Temos muitas disciplinas e um método de ensino de excelência. Cantamos, tocamos e ensinamos. Referimos o valor da moeda. Falamos dos nossos métodos de trabalho. Executamos o nosso ritual sagrado. Enumeramos as nossas regras. Nunca uma regra deve ser quebrada. Nunca. Não matar. Não amar pessoas do mesmo género. Não trair. Rezar. Amar a natureza. Ser fiel à alma. Purificar-se. 
    Mas, depois disto, lembrai-vos: estamos em plena sala de tribunal. Duas pessoas cometeram um crime. Duas mulheres. Uma relação. Duas mulheres numa só relação, exclusiva. 
    Morte. Pena de morte.
    Nunca a nossa cultura poderá ser traída. 
 
 
    E foi isto que aconteceu. Parece confuso, não é? Digamos apenas que são pedaços de nós em pedaços de uma cultura não muito real mas tão possível a nossos olhos. 
 
   Um obrigada à professora Aldina por nos fazer sonhar tão alto e ir tão longe, sem sequer termos de nos movimentar. O conhecimento está, de facto, na porta ao nosso lado. Basta querer entrar.
 
   Vangva: o trabalho que estará sempre na nossa memória.
 
 
Sofia Marques, Marta Pereira, Daniela Cardoso e Rui Cassiano
quinta, 21 março 2019 16:47

No passado dia vinte e sete de fevereiro de dois mil e dezanove, teve lugar, no âmbito da disciplina de sociologia, um trabalho cujo objetivo era a criação de um país e respetiva cultura.

 A apresentação decorreu no auditório da escola Secundária de Carregal do Sal, onde estiveram presentes as turmas do 11ºB, 11ºC e 12ºB, com os respetivos professores.

Numa ilha, situada no meio do Oceano Pacífico, está localizado o Sauce, um país peculiar devido à sua divisão em duas partes, o lado do sol e o lado da chuva. Esta separação resultou do facto de dois irmãos (Yabba e Doo) se terem apaixonado pela mesma mulher, a Sauce (daí o nome da ilha), levando à morte dos três por desgosto. Após as suas mortes, Yabba e Doo foram elevados a Deuses.

Os zecas (habitantes do Sauce) identificados com números positivos pertencem ao lado solarengo e seguem o Deus Yabba, enquanto que os zecas que veneram o Deus Doo são identificados com números negativos e vivem no lado pluvioso da ilha.

No Sauce, como a música é algo essencial para o dia a dia dos habitantes, todos os zecas nascem com o dom de saber cantar.

               Foram apresentados diversos rituais: o parto com o auxílio do Dr. Bayard, a expulsão de dois zecas da ilha por violação das regras do país e o batizado de novos elementos. Estes rituais tiveram como fundo algumas músicas típicas do Sauce.

                Com este trabalho, os alunos puderam pôr em prática vários conceitos da disciplina relacionados com o tema “Socialização e cultura”.

  

  • Beatriz Santos, nº12, 12ºB
  • Inês Marques, nº15, 12ºB
  • Margarida Lopes, nº8, 12ºB
  • Maria Inês, nº17, 12ºB
  • Rúben Mendes, nº20, 12ºB
quinta, 21 março 2019 16:42

No passado dia 20 de fevereiro de 2019, no âmbito da disciplina de Sociologia, foi apresentado um trabalho que tinha como objetivo desafiar os alunos a criarem uma nova cultura e um país de modo a pôr em prática os conceitos aprendidos em sala de aula. Para esta actividade foi criado o grupo constituído por Daniel Santos, Carolina Santos, Cristina Pereira e Jéssica Figueiredo. E foi escolhido um país designado por Ottuka, com uma cultura muito própria.

Ottuka é um pequeno país situado no continente africano com uma população a rondar os 4000 mil habitantes, os Ottoquenses.

A peculiaridade do país e da respetiva cultura reside no facto de a sociedade estar dividida com base na estatura dos indivíduos, de acordo com a medida padrão (1.65m). Assim consoante a sua altura, são atribuídos estatutos diferentes.

Os Ottoquenses que tiverem mais de 1.65m são considerados humanos abençoados e, por isso, têm direito a uma melhor qualidade de vida e a usufruir de várias regalias, como, por exemplo, o consumo de carne de aves. Já aqueles que não têm a sorte de atingir esta altura, são condenados ao trabalho árduo da terra e ao pagamento de impostos. A preocupação e atenção à altura provêm da adoração ao Deus Otto, também conhecido como Condor de Andes, o maior pássaro do mundo, representado na terra pelo Daniel (cidadão de Ottuka com a maior estatura).

Quando os jovens Ottoquenses atingem os 15 anos de idade, é realizado um ritual onde se oficializa a separação dos futuros cidadãos, de acordo com a sua estatura.

Foi também apresentado um outro ritual que consistiu no casamente entre o cidadão mais importante de Ottuka (Daniel) e a mulher visitante mais alta (Margarida Lopes).

Para finalizar, foi de bom grado que o grupo trabalhou e concluiu este projeto que contou não só com a presença da turma do 12ºB como também alguns alunos da turma do 10ºA.

 

Trabalho realizado por: 

  • Daniel Santos
  • Carolina Santos
  • Cristina Pereira
  • Jéssica Figueiredo
quinta, 21 março 2019 16:39

No âmbito da disciplina de Sociologia, foi proposta, pela docente Aldina Nobre, à turma 12ºB, uma atividade que consistia na criação de um país, com uma cultura diferente daquela que conhecemos.

            Foi no passado dia 19 de fevereiro que, com a presença das docentes Aldina Carvalho e Sílvia Alves, as alunas Carolina Alves, Catarina Pinto, Cristiana Nunes, Joana Campos e Margarida Costa apresentaram aos restantes elementos da turma o seu país - “Carnavalândia”.

            Carnavalândia, uma comunidade onde a tristeza não ocupa lugar, é marcada pelo facto de a sociedade ser somente feminina, sendo que os visitantes do sexo masculino tiveram de se mascarar de matrafonas. A alegria, a diversão e a boa disposição também estão sempre presentes. É ainda importante salientar que as carnavalescas se regiam pela seguinte hierarquia: no topo, o Deus Supremo – Folião; de seguida, a rainha, a Carnavalinha; depois, todas as carnavalescas e, por fim, os alegres visitantes.

            Este país conta com as seguintes regras: obrigatório sorrir sempre, caso contrário, haverá uma sanção (cócegas); as carnavalescas, habitantes da Carnavalândia, bem como os seus visitantes, têm de se mascarar, venerar o Deus, o Folião, e dançar sempre que se ouve música.

            Quanto aos costumes e às tradições, foram realizados alguns rituais, entre eles o Ritual do Acolhimento dos Visitantes e o Ritual da Fertilidade, consistindo este último na escolha de uma das carnavalescas para dar continuidade às gerações deste país.

            No final, as carnavalescas escolheram um dos visitantes para se tornar habitante da Carnavalândia, cujo critério de escolha incidiu no empenho e alegria demonstrada ao longo da visita ao país. Para comemorar o Ritual da Fertilidade e a integração do visitante escolhido, foi realizada uma festa, com a gastronomia típica, muita música e animação.

segunda, 18 março 2019 15:41

     Todos temos uma história para contar, uma árvore genealógica…A árvore genealógica mostra a história de uma família.

     Saber o nome dos bisavós, dos avós, e a sua história é ir às raízes, é aprofundar o conhecimento na construção da personalidade. Sou alegre como… Sou moreno como… Sou persistente como… Herdei a teimosia de… Saio à minha  avó… são expressões que usamos quando falamos de nós.

     No âmbito do projeto inserido na Autonomia e Flexibilidade Curricular cujo tema é “Queremo-nos conhecer”, na disciplina de História e Geografia de Portugal, os alunos do 5º A foram desafiados a descobrirem a história da família e a construírem a sua árvore genealógica.

    Os alunos aceitaram o desafio e após a apresentação das mesmas aos colegas, em sala de aula, estas encontraram- se expostas no átrio da escola básica.

    Os alunos mostraram bastante empenho,dedicaram-se com muito entusiasmo e realizaram trabalhos muito criativos.

segunda, 18 março 2019 15:39

No dia 28 de fevereiro, no período da manhã, realizou-se o já tradicional e grandioso baile de máscaras das crianças da Educação Pré-Escolar no pavilhão da Escola Básica Nuno Álvares. As crianças e adultos vieram disfarçados/mascarados de casa e ao som de diversas músicas dançaram e divertiram-se com alegria e boa disposição. As crianças do Jardim de Infância Angelina de Sousa Mendes/Cabanas de Viriato realizaram o baile de máscaras nas suas instalações.

Dançou-se ainda a tradicional Dança dos Cus do Carnaval de Cabanas de Viriato.

sexta, 08 março 2019 10:14
Os alunos do 10.º B, da Escola Secundária de Carregal do Sal, estão a realizar um projeto cujo objetivo é sensibilizar a comunidade em geral, para os perigos da contaminação dos solos e da água provocada pelas pilhas e lâmpadas usadas que são deitadas no lixo comum.
Ajuda-nos a proteger o meio ambiente em que vivemos!
Assim pedimos que recolhas tanto lâmpadas como pilhas que já não tenham qualquer utilidade e que as entregues no ponto de recolha colocado no respetivo estabelecimento de ensino. 
Nós agradecemos e o ambiente também!
sexta, 08 março 2019 10:10

Como já é do conhecimento de toda a comunidade educativa do Concelho, a CIM Viseu Dão Lafões está a desenvolver mais uma edição do projeto "Escolas Empreendedoras da CIM Viseu Dão Lafões". Este ano o programa abrange apenas o 1º ciclo do ensino básico e o ensino profissional, desafiando os jovens para a importância do empreendedorismo, bem como para a criação de novas oportunidades de negócio, aproveitando o que de melhor se faz na Região Viseu Dão Lafões. No 1.º ciclo, o desafio já começou com a "Aventura do Gaspar e da Maria".

No dia 28 de fevereiro, as mascotes do programa visitaram os alunos das duas turmas participantes: o 1º A e o 4º C. Marcaram assim o início do roteiro de atividades que irá, com certeza, suscitar grande animação junto das crianças. As mascotes, bem animadas, deram a conhecer o nosso território através da entrega do "Kit do Empreendedor" composto por uma mochila com um puzzle da região, lápis de cor e um de carvão e um pin. Foi uma manhã muito divertida.

Além das mascotes também estiveram presentes representantes da CIM, o Vice-presidente da Câmara Municipal e o adjunto do Diretor.

Está marcado para o mês de junho o culminar do projeto, ou seja, a apresentação, à comunidade educativa, dos trabalhos realizados nas duas turmas.

Até lá Mãos à Obra!

Pág. 1 de 56