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No âmbito da Cidadania e Desenvolvimento, ao longo deste ano letivo, os alunos do 12.ºB encontram-se a desenvolver um “Jornal de Parede” na sala F5.

Os domínios são “Direitos Humanos” e “Igualdade de Género”.

Durante o 1º período, os trabalhos realizados incluíram a Carta dos Direitos Humanos, elaborada em 1948, pela ONU através de uma comissão criada para o efeito presidida por Helen Roosevelt; um artigo sobre “O género e o Desporto” onde, entre outras informações, se refere que só nas XXIII Olimpíadas (1984) a maratona feminina passou a fazer parte do programa; uma mensagem para assinalar o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência (3 de dezembro); um artigo sobre Nelson Mandela como defensor dos Direitos Humanos elaborado pela aluna Maria Cardoso; e, finalmente, um artigo sobre duas mulheres portuguesas que lutaram pela igualdade de género: Ana de Castro Osório (1872-1935), de Mangualde, e Carolina Beatriz Ângelo (1878-1911), da Guarda, a primeira mulher a votar em Portugal.

Assinalou-se, ainda, o dia 25 de novembro – Dia Internacional para a eliminação da violência contra as mulheres – data instituída pela ONU em 1999.


 

Igualdade de genero - (Filipa Rodrigues 12ºB)

Nelson Mandela - (Maria Cardoso 12ºB)

 


 

O facto de estarmos isolados e a partilhar o mesmo espaço torna-nos mais reactivos, podendo potenciar situações de tensão, confronto e conflito (por exemplo, discussões por coisas sem importância). Conciliar vários papéis no mesmo espaço físico (por exemplo, trabalhar remotamente, cuidar da casa, cuidar dos dependentes menores ou maiores a tempo inteiro) é muito exigente, podendo fazer com que, rapidamente, nos sintamos sobrecarregados e desgastados. A Ordem dos Psicólogos partilha connosco algumas dicas para evitar conflitos em tempos de confinamento.
 
 
quarta, 17 fevereiro 2021 10:21

Que emoções e sentimentos conhecemos? 

 

Para que servem as emoções? 
Todas as emoções têm uma função, servem para dar sentido ao que vivemos! Vem descobrir connosco as funções das emoções.

 


 

Emoções


 
 
quarta, 17 fevereiro 2021 10:16

covid 19 - Segundo confinamento

COMEÇAMOS 2021 COM MAIS UM GRANDE DESAFIO À NOSSA SAÚDE PSICOLÓGICA E CAPACIDADE DE RESILIÊNCIA”



Menos  de  um  ano  depois  e  estamos perante aquilo que temos  vindo a chamar um  novo confinamento. Começamos 2021 com  mais  um grande desafio à nossa Saúde Psicológica e capacidade de resiliência,numa altura em que podemos sentir que não estamos preparados,que vamos enfrentar uma nova “maratona” sem ter recuperado ainda da anterior.

 


Covid19 - Segundo Confinamento


 

 

No período entre 27 de outubro e 18 de novembro as turmas do secundário do Agrupamento visitaram a exposição “SER Consciência… 30/1000 por 1VIDA” - caminhos da MEMÓRIA, patente no Núcleo Museológico das Escolas Primárias da vila. Esta iniciativa,umaideia que fervilhava há muito tempo na cabeça da docente e artista plástica Josefa Reis, materializou-se através do Projeto Dever de Memória – jovens pelos direitos humanos”, em coorganização com o artista Victor Costa, numa parceria com a Câmara Municipal de Carregal do Sal, a Junta de Freguesia de Cabanas de Viriato e a Fundação Aristides de Sousa Mendes. Pensada num conceito aberto e itinerante, e organizada com o apoio da DGE e da Comissão Nacional da UNESCO, esta atividade insere-se no Programa Nacional “Nunca Esquecer”, em torno da memória do holocausto e visando assinalar os 80 anos do ato de consciência de Aristides de Sousa Mendes, constituindo uma ferramenta de reflexão junto da comunidade educativa sobre a temática do holocausto e o reconhecimento da ação deste “Justo entre as Nações”.

Estas visitas foram integradas no contexto da Estratégia de Educação para a Cidadania, no âmbito dos domínios Direitos Humanos, Interculturalidade e Segurança, Defesa e Paz, numa perspetiva de articulação interdisciplinar, entre as várias áreas curriculares e a disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, proporcionando uma aprendizagem para o exercício da cidadania, que implica uma atitude consciente e um comportamento pautado pelos valores democráticos e de justiça social, no respeito pelos outros.  

Contando com o inestimável apoio do Museu Municipal Manuel Soares de Albergaria, a equipa UNESCO, constituída pelas docentes Dores Fernandes e Josefa Reis,  guiou a visita ao espaço museológico, permitindo a viagem à Escola do Estado Novo a todas as turmas do secundário e a algumas turmas do 3º ciclo, acompanhadas de professores, assim como à exposição coletiva da qual constam cerca de 40 obras artísticas, desde aguarelas, desenhos, esculturas, instalações artísticas, caricaturas e cartoons, inspiradas no cônsul e no contexto histórico do seu ato humanista. O interesse e as intervenções pertinentes dos discentes confirmam que a aprendizagem no espaço extramuros da Escola é motivadora e significativa. Assistiu-se a um estado de concentração e atenção pelos presentes, que nos deixou de coração cheio, na senda do programa “Nunca Esquecer” e que reforça que, por vezes, estamos tão perto, mas tão longe…e que olhamos, mas não vemos! A nota publicada no site carregal digital do município dá conta de que o grupo de trabalho do projeto UNESCO, em parceria com o Museu Municipal, se desdobrou para que as turmas visitantes, num total de 14, usufruíssem de visitas guiadas àquela estrutura, transformada ainda mais num espaço de memória.  Cerca de 295 alunos, divididos em grupos, acompanhados dos professores, ouviram as explanações proporcionadas pelos promotores da iniciativa em dois momentos distintos – a visita à exposição “SER Consciência...30/1000 por 1VIDA"- caminhos da MEMÓRIA e às salas de aula da Escola Primária do Estado Novo -  e refletiram sobre questões como: a materialização artística do ato humanitário e corajoso de Aristides de Sousa Mendes, a história do edifício e do seu benfeitor, o Conde Ferreira, a educação do Estado Novo e a necessidade de lembrar o legado inspirador do cônsul, essencial na construção de um mundo melhor.

Esta iniciativa seguirá caminho para a Cidade de Viseu, que acolherá a exposição nos meses de dezembro e janeiro, em local e datas a partilhar posteriormente.

Uma palavra de gratidão aos professores que acederam ao repto lançado pela equipa UNESCO, à Técnica do Museu, Dra. Paula Teles, pela valiosa colaboração, assim como ao assistente operacional António José Santos, que diligenciou o transporte das obras de Cabanas de Viriato para Carregal do Sal.

 

A equipa UNESCO, Dores Fernandes e Josefa Reis

Fotos, cartaz e filme: Josefa Reis

No âmbito do projeto educativo "Dever de Memória - jovens pelos direitos humanos" do Agrupamento de Escolas de Carregal do Sal, a equipa UNESCO (Dores Fernandes e Josefa Reis) participou numa videoconferência, denominada “Série de encontros para professores portugueses sobre o holocausto”, na qual foi apresentada a exploração pedagógica do livro de Banda Desenhada "Aristides de Sousa Mendes, herói do holocausto", da autoria de José Ruy, no dia 26 de janeiro.

Este evento, coorganizado pelo referido projeto, a Escola Internacional de Estudos do Holocausto do Yad Vashem, a Memoshoá e a Direção Geral da Educação, contou com a presença de cerca de 170 participantes, maioritariamente professores portugueses e de vários países de língua oficial espanhola. O foco da sessão foi a referida obra, que tem sido recurso para a abordagem da temática do holocausto, no contexto da 2ª Guerra Mundial, e do ato do cônsul junto dos alunos, no âmbito do referido projeto.

Editado em 2004, aquando do cinquentenário da morte deste "Justo entre as Nações", o livro encontra-se traduzido em hebraico, francês e inglês. Lembremos que no âmbito das atividades organizadas pelo Projeto UNESCO foi criado um tributo na Escola Básica Aristides de Sousa Mendes, em Cabanas de Viriato, para assinalar os 65 anos de Memórias do patrono deste estabelecimento de ensino, com o conjunto de pranchas que compõe o livro, em tamanho A3, oferta do autor, constituindo um mural de homenagem a esta figura ímpar do nosso país, ao qual se acrescentou mais quatro pranchas de atualização referentes às homenagens desenvolvidas por vários agentes, nos anos subsequentes à edição desta BD.

No âmbito do referido projeto, a obra serviu de base para a criação de um jogo didático sobre a temática, uma forma interativa de exploração pedagógica, constituído por um conjunto de cartões de questões e respetivas respostas, acompanhado de um guião, material didático que é utilizado para consolidação das aprendizagens.

A docente Josefa Reis, na primeira parte desta conferência, focou aspetos essenciais sobre a obra e o processo de construção do jogo didático, com base em imagens ilustrativas e mais icónicas da obra atrás mencionada, enfatizando a importância da estrutura da comunicação, dos conteúdos da sua área disciplinar e a articulação interdisciplinar entre as áreas de História e de Artes. Abordou, também, a possibilidade de utilização deste recurso no desenvolvimento da temática dos direitos humanos, no contexto da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento e/ou de outras áreas disciplinares. Sublinhou a mais-valia da componente gráfica como um caminho motivador de aprendizagens, dado que a memória visual capta muito mais facilmente a mensagem, pelo que o jogo se apresenta como uma valiosa ferramenta pedagógica, no sentido de aprender a VER, promover a reflexão e a aprendizagem dos valores de cidadania e do “aprender a viver juntos”.

Na segunda parte deste encontro foi realizada uma entrevista ao autor e artista José Ruy, conduzida por Dores Fernandes. Este designer tem publicados mais de 84 álbuns, cerca de 54 em Banda Desenhada, destacando-se entre muitas outras, Peregrinação de Fernão Mendes Pinto, História da Amadora, Os Lusíadas, Nascida das Águas e Carolina Beatriz Ângelo. Colaborou em vários jornais e revistas, tais como O Cavaleiro Andante e Seleções BD. Editou e dirigiu a 2ª série da revista O Mosquito e expôs em vários países da Europa, no Japão, na China e no Brasil. Recebeu vários prémios e distinções de mérito, a nível nacional e internacional. Tem, neste momento, a bela idade de 90 anos e continua de forma admirável e incansável a sua produção gráfica a bom ritmo, estando nesta fase a imprimir o livro em BD “Ilha Terceira, Açores, O Heroísmo de uma Vitória”.

Esta produção gráfica, como facilmente se compreende, pressupõe grande rigor baseado num dedicado e meticuloso trabalho de pesquisa e visitas as locais para “sentir” o ambiente. O talento, a criatividade do autor e a metodologia utilizada, nomeadamente a sua adaptação às novas ferramentas digitais, deram o mote para uma conversa muito gratificante e inspiradora para todos os participantes. Em jeito de conclusão, o balanço da atividade é muito positivo, o que em muito se deve à cordialidade e simplicidade do convidado, o Mestre José Ruy, a quem reiteramos uma profunda gratidão. O feedback dos participantes destacou a importância da partilha desta experiência prática de ensino, pertinente nos dias de hoje, em que se impõe o conhecimento do passado para compreender o presente e prevenir o futuro, visando a construção de uma sociedade mais justa e pacífica.

Texto: Dores Fernandes e Josefa Reis

Fotos: Josefa Reis

terça, 09 fevereiro 2021 15:22

“O FUTURO É AMANHÔ

Ao longo do ano letivo de 2019-2020, as turmas do 5ºC e 8ºD participaram no projeto “O Futuro é Amanhã - Ações de Comunicação e Sensibilização sobre Alterações Climáticas em Viseu Dão Lafões “, promovido pela CIM Viseu – Dão Lafões.  

  O projeto constou de diversos momentos: sessão de enquadramento e apresentação do tema, visita a uma exposição, sessões temáticas e lúdico-didáticas. 

  Cada aluno recebeu um passaporte ambiental que foi carimbado em cada atividade participada.                                                                    

 A participação nesteprograma sensibilizou os alunospara o tema da adaptação às alterações climáticas, no sentido de adotarem melhores comportamentos e práticas ambientais, no seu quotidiano, que visem abrandar e atenuar os impactos das mesmas.

   De forma a valorizar o empenho dos alunos nos trabalhos realizados para o Concurso Escolar – ‘O Futuro é Amanhã: Vamos adaptar-nos!, no decorrer da Semana Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas de Viseu Dão Lafões, em novembro, foi lançada uma exposição virtual, onde estiveram visíveis os vídeos produzidos pelas turmas do agrupamento. 

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