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O museu de Ana Frank, localizado em Buenos Aires, promove de forma interativa e dinâmica a inclusão social. O centro e o museu permanecem encerrados para visitas presenciais, dadas as condições atuais em consequência da pandemia. Então, a sua equipa ofereceu uma oportunidade única de desenvolver um encontro numa visita guiada virtual ao museu para 30 jovens de 15 países ibero-americanos (Costa Rica, Nicarágua, Guatemala, El Salvador, México, Peru, Equador, Colômbia, Panamá, Chile, Paraguai, Uruguai, Portugal e Espanha). O convite chegou-nos pela mão da equipa do projeto UNESCO “Dever de Memória – Jovens pelos direitos humanos”, do Agrupamento de Escolas de Carregal do Sal, que por sua vez tinha recebido o desafio da parte da DGE, em virtude de terem conhecimento que a temática do ensino e estudo do holocausto é desenvolvida no âmbito do projeto desde 2013-14, a quem estamos gratos. A reunião virtual realizou-se no dia 10 de julho, sexta-feira, pelas 16 horas (de Portugal). Foi relatada a vida e obra de Anne Frank, discutida a discriminação e defendidos os valores da liberdade e da vida, um momento de partilha, entusiasmo, motivação e educação. Valores acrescentados a uma conversa descontraída e, simultaneamente, séria e importante. Uma experiência, de facto, honrosa para todos os participantes. Um projeto nobre, que nos enriquece culturalmente e que nos ajuda a crescer nos valores da empatia e do respeito pelo outro. Um privilégio poder participar!

 “Vós que viveis tranquilos nas vossas casas aquecidas, vós que encontrais regressando à noite comida quente e rostos amigos: considerai se isto é um homem quem trabalha na lama, quem não conhece a paz, quem luta por meio pão, quem morre por um sim ou por um não. Considerai se isto é mulher, sem cabelo e sem nome, sem mais força para recordar, vazios os olhos e frio o regaço como uma rã no inverno. Meditai que isto aconteceu: recomendo-vos estas palavras. Escupi-as no vosso coração, estando em casa, andando pela rua, ao deitar-vos e ao levantar-vos; repeti-as aos vossos filhos. Ou que desmorone a vossa casa, que a doença vos entrave, que os vossos filhos vos virem a cara.”

Este poema é a introdução e, simultaneamente dá o título ao livro Se isto é um Homem, de Primo Levi. Primo Levi foi um sobrevivente de Auschwitz. Escreveu este livro em 1947 e, assim, produziu o livro mais estranho. O relato mais incrível sobre o que se passou nos campos de concentração. Aquilo que hoje chamamos de Holocausto. Estranho porque o livro é seco, é frio, excetuando o poema de introdução. Tudo o que se passa lá dentro é tão terrível. Como se ele nos quisesse dizer, ele que era um engenheiro químico, que estávamos ali na fábrica da morte, que a morte se tinha industrializado. Que a morte não só tinha descido à rua como estava no coração, no sangue, nas veias de toda a gente. Uns chamaram-lhe Holocausto. Palavra imprópria porque significa um sacrifício oferecido a Deus. Aqui não havia nenhum ato sacrificial, divino, religioso. Outros chamaram-lhe Shoah. Que significa desastre, grande catástrofe. Neste poema, parece-nos que está o essencial da questão. Se isto é um homem, se isto é uma mulher. Perguntamo-nos, hoje, ainda seremos homens? Ainda seremos mulheres? Ainda seremos seres humanos? Perguntamo-nos o quê que ficou naquele lugar mórbido e de destruição, naquele lugar inominável. A nossa humanidade?

O diário de Anne Frank, escrito entre 1942 e 1944, quando vivia escondida, em Amesterdão, é o mais lido dos documentos sobre os crimes nazis e fez da sua autora uma das figuras mais conhecidas do nosso tempo. Ao longo dos últimos 70 anos, Anne Frank tornou-se um símbolo universal dos oprimidos, num mundo de violência e tirania. O seu nome invoca humanidade, tolerância, direitos humanos e democracia; a sua imagem é um epítome de otimismo e vontade de viver. Milhões de jovens, em busca da sua própria identidade, veem em Anne a sua porta-voz e a sua heroína. O diário de Anne Frank é tido como um eterno testemunho de coragem e esperança, importante para todos e, muitas vezes, ainda que em segundo plano, também como um documento do Shoah. Identificamo-nos com a luta de Anne pela sua autorrealização, uma luta que muitos adolescentes travam. Frank iniciou a sua armada com uma invulgar clareza dos seus objetivos e uma consciência apurada sobre as suas capacidades. Todos os registos da sua vida documentam, inevitavelmente, o sofrimento dos judeus durante o regime nazi, o caminho percorrido desde a propaganda do ódio ao isolamento, à humilhação, à privação de direitos civis e, finalmente, ao extermínio em massa. “Enquanto a humanidade não sofrer uma metamorfose total”, escreveu Anne Frank, a 3 de maio de 1944, “haverá sempre guerras. O que se construiu, cultivou e cresceu será destruído e à humanidade só resta recomeçar.”. A História não se repete, mas o Homem sim. Prisioneiros dos nossos preconceitos, recomeçamos. Depositamos a nossa esperança na aprendizagem humana, por isso não podemos parar de contar histórias, histórias como a deAnne Frank.

 

Fontes:

 

 

Texto enviado por: Daniela Gomes e Filipe Lourenço (revisão da equipa UNESCO, Dores Fernandes e Josefa Reis)

A convite da Escola Internacional de Estudos do Holocausto do  Yad Vashem (Autoridade para memória dos heróis e vítimas do holocausto), em Jerusalém, em colaboração com a Memoshoá - Associação para a memória e ensino do holocausto -  instituições que contaram com o apoio da DGE, a equipa do Projeto “Dever de Memória – jovens pelos direitos humanos”, Dores Fernandes e Josefa Reis, proferiram, no dia 14 de julho, uma videoconferência sobre a temática do projeto e a atividade de exploração do livro My Sister’s Eyes, desenvolvida, no âmbito do projeto, por uma turma de 9º ano, no ano letivo de 2017/18, em interdisciplinaridade de História, Inglês e Educação Visual.

Recorde-se que esta iniciativa permitiu aos alunos envolvidos, e a todos que participaram na sessão de apresentação do trabalho realizado, a reflexão sobre o holocausto, mas também sobre os valores de liberdade, amor e esperança e o reconhecimento do ato humanitário do cônsul Sousa Mendes, a partir da história de vida da família da autora, portadora de visto emitido, em 1940, por este “Justo entre as Nações” que muito honra o concelho e o país. De salientar que o Livro de Registo de Vistos concedidos pelo cônsul é Memória do Mundo, desde 2017, um programa da UNESCO que protege e promove o património documental da humanidade.

Esta atividade, destinada a professores portugueses graduados na referida instituição, em Israel, contou com a presença da Drª Esther Mucznik, o Dr. Luís Barreiros da Delegação Portuguesa do IHRA, a representantes da DGE, Drª Helena Neto, e com a participação de educadores de países da América Latina, dos Estados Unidos e da própria autora Joan Halperin, que na sua intervenção emocionada enalteceu e agradeceu o trabalho realizado na divulgação desta história, que se reveste, também, de uma enorme gratidão ao diplomata, que salvou a sua família, ao povo português e à cidade da Figueira da Foz pela sua generosa hospitalidade.

O número de participantes na sessão ultrapassou a centena e meia e, em jeito de balanço, podemos concluir que os objetivos propostos foram plenamente alcançados, tendo em conta os comentários dos colegas e a avaliação da organização, que deixou o desafio à equipa para futuros eventos .

A equipa UNESCO, Dores Fernandes e Josefa Reis

O Projeto UNESCO “Dever de Memória – jovens pelos direitos humanos”, do Agrupamento de Escolas de Carregal do Sal, contando com a colaboração dos artistas Josefa Reis e Victor Costae com o apoio da CNU (Comissão Nacional da Unesco), dado que o Agrupamento se insere na Rede de Escolas Associadas da UNESCOlançou, face à conjuntura atual da Covid 19, um desafio on-line sob o nome "SER Consciência...30/1000 por 1VIDA" - uma exposição virtual de trabalhos literários e artísticos para assinalar os 80 anos do ato de consciência de Aristides de Sousa Mendes.

Esta homenagem, ao cônsul português a quem foi atribuído, em 1967, pelo Yad Vashem (Israel), o título de “Justo entre as Nações”, concedido aos que salvaram vidas de judeus, no contexto da perseguição a este povo e do holocausto, é um Dever de Memória!

O ato de consciência de Aristides de Sousa Mendes foi motivado pelos valores cristãos e humanistas, alicerçado na sua decisão “Prefiro estar com Deus contra os homens do que com os homens contra Deus”, e que no passado dia 17 de junho de 2020, foi mencionado por sua Santidade o Papa Francisco, ao referir esse dia como o Dia da Consciência. Lembremos que Aristides de Sousa Mendes foi alvo de processo disciplinar, movido pelo regime do Estado Novo, em virtude da desobediência à Circular 14 do MNE, a qual proibia a passagem de passaportes e vistos “a estrangeiros de nacionalidade desconhecida, contestada ou litigiosa, apátridas, russos, nomeadamente os portadores de passaporte Nansen”, não reconhecendo a ação altruísta e corajosa deste diplomata, que viveu os seus últimos dias só e em grandes dificuldades.

Tardiamente, já no período pós 25 de abril, foram vários os reconhecimentos no nosso país, nomeadamente a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade atribuída em 2017, a título póstumo, pelo atual Presidente da República, Prof. Marcelo Rebelo de Sousa, e recentemente, a 9 de junho 2020, foi aprovado por unanimidadeo Projeto de Resolução nº 64/XIV/1ª - Concessão de Honras do Panteão Nacional a este herói.

Então, lançado o repto, através das redes sociais FB, este suscitou um vivo interesse e foram perto de uma centena os trabalhos recebidos e partilhados na página do Facebook https://www.facebook.com/groups/136854756812783/e no blog do Projeto http://deverdememoria.blogspot.com/, entre os dias 17 a 19 de junho, a evocar o período em que o cônsul Aristides de Sousa Mendes, em 1940 em Bordéus, terá passado freneticamente milhares de vistos aos refugiados da 2ª guerra,  numa altura em que o exército nazi ocupava a França.

A participação livre, contou com obras artísticas e literárias muito diversificadas, um conjunto de contributos em várias modalidades, desde textos, poemas, multimédia, projetos de arquitetura, design gráfico, cartoons, desenho, banda desenhada, pintura, fotografia, ilustração, teatro musical, vídeo em LGP, através da interpretação de Ângela Abreu. Todos de grande qualidade que muito dignificam este humanista, que sempre promoveu as artes e tertúlias literárias nos saraus culturais, no seio familiar na “Casa do Passal”, sua residência em Cabanas de Viriato.

Destaque-se a participação de admiradores desta personalidade, de escolas e colégios, nomeadamente o Agrupamento Frei Gonçalo de Azevedo, o A.E. Montemor-o-Velho, a EB Aristides de Sousa Mendes e a Escola Secundária do AE Carregal do Sal, o Agrupamento de Escolas Soares Basto, o Externato das escravas do Sagrado Coração de Jesus, participação enviada através dos docentes Teresa Freitas, Paula Cristina Ferreira, Josefa Reis, Fernando Ferreira e Mariana Sampaio, de instituições, como o Museu Municipal Manuel Soares de Albergaria e a Contracanto Associação Cultural, esta última com a partilha do vídeo promocional de "Aristides – O Musical”,a ser transmitido no próximo dia 19 de julho na RTP2. Nas artes plásticas, destaque para a participação de António Moncada de Sousa Mendes, neto de Aristides de Sousa Mendes, e artistas de renome nacional e internacional, como Agostinho Pereira, Augusta Albuquerque, Carlos Farinha, Carlos Godinho, Carlos Seabra, Cláudia Costa, Cristina Cortez, David Fernandes, Edite Melo, Fernando Veloso, Gabriel Gavioli, Gina Marrinhas, Graça Abreu, Hermínia Veríssimo, Irene Felizardo, Josefa Reis, José Cosme, José Ruy, José Craveiro, Júlio Rodrigues, Luísa Prior, Luís de Azevedo Monteiro, Lopes Barbosa, Maria Vasconcelos, Mário Silva (filho), Nelson Santos, Paula Teles, Pedro Ribeiro, Rosa Dixe, Rui Costa, Simão Pedro Figueiredo, Teresa Heitor, Víctor Costa e Víctor Neves..

A modalidade de literatura contou com o contributo de Ana Cristina Luz, embora tenha participado com uma aguarela, Cristina Festas, Dores Fernandes, Helena Romão, Hermínio da Cunha Marques, Íris Letícia Reis Figueiredo, João Rasteiro, Filipa L. R. de Bastos Oliveira, Teresa Pedro e Carla Marques, membro do Ciberdúvidas que se associou a esta iniciativa, com o objetivo de abordar a palavra “consciência”, no programa da Antena 2 Páginas de Português, palavras à tona de água, pois assim como os artistas ilustram o conceito visual de forma multifacetada, também a palavra tem várias significações

A dinamização desta exposição virtual, a homenagear Aristides de Sousa Mendes, no aniversário dos 80 anos do seu ato de consciência, foi assinalada com uma intensa publicação nas plataformas referidas e várias partilhas, o que faz jus ao seu gesto humanitário, pelo que os organizadores sentiram uma enorme satisfação pela recetividade ao evento, agradecendo a todos os participantes.

 

A organização,

Dores do Carmo, Josefa Reis e Víctor Costa

 

Visite a Galeria virtual clicando AQUI 

 

Imagens por categoria, SELEÇÃO 14

1-Escolas

  • A.E Soares Basto

  • A.E Montemor-o-Velho

2-Fotografia

  • Cristo Rei-Paula Teles

3-Pintura

  • “Passal e a Memória”, António de Moncada Sousa Mendes (neto de ASM)

  • “Aristides e o Pássaro Azul”, Cláudia Costa

  • “A outra Face”, Fernando Veloso

  • “Vidas de Cristal, Aristides & Dali”, Josefa Reis

  • “A Substância do Tempo”, Graça Abreu

  • “Assinatura de Liberdade”, Víctor Costa

  • “Esperança”, Luísa Prior

  • “A morte é uma flor”, Gina Marrinhas

4-Aguarela

  • “PASSAL” Júlio Rodrigues

5-Desenho tinta-da-china

  • “A mão salvadora, a mão de Aristides” Gabriel Gavioli

6-Cartoon

  • “3 dias e 3 noites”, Agostinho Pereira

7-Poesia

  • “Save a Life save the world”, João Rasteiro

Teatro Musical e LGP

terça, 30 junho 2020 08:25

Pequenos artistas

No dia 13 de março fomos obrigados, devido à pandemia de Covid 19, a “abandonar” as nossas salas. O processo ensino-aprendizagem passou a ser à distância. As nossas casas transformaram-se numa escola. Para todos nós não foi sinónimo de férias, trabalhamos como se estivéssemos na escola. As turmas do 2º ano do agrupamento realizaram imensas atividades e muitas delas bem criativas, com material que tinham lá por casa e com ajuda dos familiares, que foram, também eles, incansáveis.

Sempre a pensar na sustentabilidade do planeta, foram elaborados trabalhos com materiais reciclados, reutilizados em vez de irem para o caixote do lixo. E que bonitos ficaram! Prova que, mesmo em tempo de confinamento, a criatividade e a educação para a cidadania não foram esquecidas.

As docentes das quatro turmas do 2º ano de escolaridade.

Confrontados com a nova dinâmica em termos de educação e com a necessidade de desenvolver estratégias de adaptação a esta nova realidade, é normal que alguns estudantes, perante as incertezas e a responsabilidade de conseguir manter bons resultados escolares, sintam inquietação, medo e ansiedade.

O Serviço de Psicologia e Orientação e a Equipa do Carregal Educa prepararam um conjunto de informações para lidar com a Ansiedade de Desempenho, destinadas aos nossos estudantes, com o objetivo de os ajudar a definir estratégias eficazes na redução da ansiedade neste novo contexto educativo.
 
 

O Serviço de Psicologia e Orientação e o Projeto Carregal Educa, todos os dias, irão partilhar convosco algumas informações, estratégias e/ou atividades que podem ser realizadas em casa, em família, e que podem ser úteis, tendo como objetivo estimular diferentes competências. 

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conheça a campanha da OPP (Ordem dos Psicólogos Portugueses) - Escola SaudávelMente - que tem vindo a passar nos intervalos da Telescola #EstudoEmCasa e nas redes sociais, reforçando o papel psicólogo com intervenção em contexto escolar e a promoção da literacia psicológica.
Não pode haver saúde sem saúde psicológica!
 

 

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quinta, 25 junho 2020 10:20

Como lidar com a tristeza

Neste tempo de pandemia é natural, para além de nos sentirmos ansiosos, sentirmo-nos tristes. Algumas sugestões podem ajudar-nos a lidar melhor com a tristeza, ajudando a minimizá-la e, em alguns casos, ultrapassá-la, mantendo o nosso bem estar e saúde psicológica.
 
 
 
 

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quarta, 17 junho 2020 18:16

AS CRIANÇAS NA COZINHA

Crianças em isolamento? Dê-lhes estas tarefas na cozinha

 

A Direção-Geral da Saúde (DGS) sugeriu, nesta fase, um reforço dos legumes e fruta na alimentação das crianças e pediu aos pais que evitem ter em casa snacks hipercalóricos, para prevenir o aumento de peso durante o isolamento social. Como tal deu algumas dicas para tarefas que pode dar aos mais pequenos na cozinha durante este período de confinamento. 

Dos 3 aos 5 anos, as crianças podem fazer três tarefas (muito simples), de acordo com o aconselhado pela DGS: lavar frutas e hortícolas, juntar ingredientes e amassar massa de pão. 

Se os seus filhos estão na faixa etária dos 6 aos 9 anos, a dificuldade aumenta um pouco. Já podem preparar vegetais, usar o ralador e preparar o lanche. 

Mas, se já são mais crescidos e estas tarefas parecem para crianças pequenas, a partir dos 10 anos saiba que já devem "ajudar em tarefas de responsabilidade". São elas: confeção simples com supervisão, cortar legumes e preparar receitas simples. 

Os pais devem incluir mais frutas e hortícolas na alimentação das crianças e, para tal, aconselha a DGS, devem-se adaptar e inovar as receitas. Por exemplo, reinvente o puré. "Reinvente o clássico puré de batata, juntando-lhe cenoura, abóbora, ervilhas ou brócolos", é um dos pontos que a autoridade para a Saúde foca. Deve também "preparar saladas coloridas" para os mais pequenos. Pode também fazer da fruta "a sobremesa de excelência", dando-lhe um toque diferente adicionando "canela, hortelã ou especiarias".

 


 

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