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segunda, 17 outubro 2016 09:53

“Pela Saúde Mental” através do Circuito Arqueológico Fiais-Azenha e “Musa por um dia…o outro lado de mim”

No dia 10 de outubro os alunos da turma B do 11º e do 12º ano do Agrupamento de Escolas de Carregal do Sal participaram na caminhada pelo Percurso Pré-Histórico Fiais-Azenha, promovida no âmbito do Projeto UNESCO, para assinalar o Dia Mundial da Saúde Mental, em colaboração com os docentes das disciplinas de História, Geografia, Biologia/Geologia, Sociologia, Educação Física e Desenho A das referidas turmas. Eram objetivos desta ação: sensibilizar para as patologias do foro mental; fomentar estilos de vida saudável e valorizar o Património Natural, Ambiental e Histórico local. Atividade que contou, também, com o contributo de oradores convidados, a Enfermeira Joana Carvalho, da Unidade de Cuidados na Comunidade Aristides de Sousa Mendes, que proferiu uma breve palestra sobre doenças mentais e estilos de vida saudável, como forma de prevenção, e o arqueólogo Evaristo Pinto, cuja intervenção incidiu sobre os monumentos megalíticos visitados.

Este dia visa chamar a atenção pública para a questão da saúde mental e identificá-la como uma causa comum a todos os povos, ultrapassando barreiras nacionais, culturais, políticos ou socioeconómicas, assim como combater o preconceito e o estigma à volta da saúde psicológica. Foi, ainda, realizada a atividade “MUSA por 1 diao outro LADO de MIM”, proposta pelos alunos do 12º ano do Curso de Artes Visuais, na disciplina de Oficina das Artes, iniciativa que pretendeu assinalar a data promovendo uma exposição de espelhos e uma sessão fotográfica convidando a comunidade escolar a participar num encontro com o seu “EU” através do registo fotográfico. 

Em jeito de balanço, a atividade revelou-se muito positiva, podendo considerar-se que foram atingidos os objetivos propostos. Fica a esperança de que estes jovens pratiquem estilos saudáveis de vida e tenham maior respeito pelas pessoas com doenças mentais, assim como pelo património natural e histórico que é de todos, contrariando frequentes atitudes de desrespeito pelas pessoas com doença mental e a falta de civismo - o arrancar das pedras de sítios e monumentos históricos e destruição de placas informativas - como documentam as fotografias captadas ao longo do circuito.

 

Os professores organizadores

Fotos: Josefa Reis

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